Tudo ao molho!!!!
Decorreu no passado mês de Setembro (2007) , na Argentina, o 1º Campeonato do Mundo de Futebol Gay.
O primeiro encontro entre as delegações dos diversos países foi extremamente caloroso……demasiado caloroso para o que estamos habituados a ver nos grandes eventos desportivos.
Depois de uns longos abraços, fizeram uma rodinha, cantaram, riram, trocaram números de telefone, amostras de perfumes e laca para o cabelo.
No âmbito estritamente desportivo, a final do Mundial decorreu sob o signo do equilíbrio e do Fair-Play.
O jogo opunha a anfitriã Argentina contra os históricos “inimigos” ingleses, numa reedição da famosa batalha das Malvinas…ou Falkland.
Logo aos 5 minutos da etapa inicial, o árbitro foi obrigado a mostrar um cartão “bege” a um jogador argentino, por comportamento indecoroso, com a ameaça de que lhe mostraria o cartão cor-de-rosa se a atitude se mantivesse. O jogador parou de apalpar o adversário nos lançamentos laterais, mas continuou a reincidir nos piropos, que se sobrepunham aos da bancada.
Momento de suspense viveu-se durante a marcação de uma grande penalidade, que favorecia a equipa da casa. Fruto de uma entrada por trás…..à qual o jogador argentino nem protestou, o árbitro apontou para a marca de penalti, perante a indignação da claque inglesa. Estes, como forma de protesto, vestiram-se!!!!!
No momento da transformação, o guarda-redes inglês virou-se de costas e pôs-se de quatro, o que afectou o jogador adversário a ponto deste ter-lhe dado uma valente bolada no traseiro. Sorte não ter feito vácuo, …..assim o jogo pôde prosseguir.
O golo acabaria por surgir na jogada seguinte. Marcação de um livre directo, perto da área. Numa manobra de diversão, um jogador argentino soltou uma das ligas, o que provocou a histeria generalizada na barreira, na qual o astro argentino, conhecido na noite de Buenos Aires como a Pépa Louca chutou de forma imparável perante um guarda-redes impotente, também devido ao facto de ainda estar de 4 desde a marcação do penalti.
Pépa Louca festejou o golo, tirou a camisola e correu para a bancada onde lhe foi arrancado à força o soutien que ostentava. Depois de uns bons “nalgaços” dos colegas de equipa, o jogo recomeçou.
De destacar o o reduzido tempo útil de jogo, pois as interrupções para o tratamento de falsas lesões eram constantes. Desde o simples estalar de verniz das unhas até ao deslocar do penso ou tampão, tudo foi motivo para pedir a intervenção do árbitro.
Momento apoteótico o final do encontro, que acabou com a vitória da equipa da casa…efusivamente celebrado por todos!!! No momento dos festejos, ao habitual cacho de jogadores, empilhados como sardinhas em lata….juntou-se o staff técnico, eufórico….e por instantes até o fiscal-de-linha aproveitou o momento para ir descarregar a tensão acumulada. Parecia a cereja no topo do bolo, para mais que a indumentária deste no jogo da final era um vestido de noite vermelho, ornamentado com pequenas lantejoulas.
A taça, um pirilau dourado com cerca de 35 cm foi entregue ao capitão da equipa argentina, perante o amuo de meia equipa que queria ficar com o almejado troféu.
Seguiu-se a confraternização entre as diversas delegações e, no momento em que escrevo esta crónica, ainda se mantinham nos preliminares.
O primeiro encontro entre as delegações dos diversos países foi extremamente caloroso……demasiado caloroso para o que estamos habituados a ver nos grandes eventos desportivos.
Depois de uns longos abraços, fizeram uma rodinha, cantaram, riram, trocaram números de telefone, amostras de perfumes e laca para o cabelo.
No âmbito estritamente desportivo, a final do Mundial decorreu sob o signo do equilíbrio e do Fair-Play.
O jogo opunha a anfitriã Argentina contra os históricos “inimigos” ingleses, numa reedição da famosa batalha das Malvinas…ou Falkland.
Logo aos 5 minutos da etapa inicial, o árbitro foi obrigado a mostrar um cartão “bege” a um jogador argentino, por comportamento indecoroso, com a ameaça de que lhe mostraria o cartão cor-de-rosa se a atitude se mantivesse. O jogador parou de apalpar o adversário nos lançamentos laterais, mas continuou a reincidir nos piropos, que se sobrepunham aos da bancada.
Momento de suspense viveu-se durante a marcação de uma grande penalidade, que favorecia a equipa da casa. Fruto de uma entrada por trás…..à qual o jogador argentino nem protestou, o árbitro apontou para a marca de penalti, perante a indignação da claque inglesa. Estes, como forma de protesto, vestiram-se!!!!!
No momento da transformação, o guarda-redes inglês virou-se de costas e pôs-se de quatro, o que afectou o jogador adversário a ponto deste ter-lhe dado uma valente bolada no traseiro. Sorte não ter feito vácuo, …..assim o jogo pôde prosseguir.
O golo acabaria por surgir na jogada seguinte. Marcação de um livre directo, perto da área. Numa manobra de diversão, um jogador argentino soltou uma das ligas, o que provocou a histeria generalizada na barreira, na qual o astro argentino, conhecido na noite de Buenos Aires como a Pépa Louca chutou de forma imparável perante um guarda-redes impotente, também devido ao facto de ainda estar de 4 desde a marcação do penalti.
Pépa Louca festejou o golo, tirou a camisola e correu para a bancada onde lhe foi arrancado à força o soutien que ostentava. Depois de uns bons “nalgaços” dos colegas de equipa, o jogo recomeçou.
De destacar o o reduzido tempo útil de jogo, pois as interrupções para o tratamento de falsas lesões eram constantes. Desde o simples estalar de verniz das unhas até ao deslocar do penso ou tampão, tudo foi motivo para pedir a intervenção do árbitro.
Momento apoteótico o final do encontro, que acabou com a vitória da equipa da casa…efusivamente celebrado por todos!!! No momento dos festejos, ao habitual cacho de jogadores, empilhados como sardinhas em lata….juntou-se o staff técnico, eufórico….e por instantes até o fiscal-de-linha aproveitou o momento para ir descarregar a tensão acumulada. Parecia a cereja no topo do bolo, para mais que a indumentária deste no jogo da final era um vestido de noite vermelho, ornamentado com pequenas lantejoulas.
A taça, um pirilau dourado com cerca de 35 cm foi entregue ao capitão da equipa argentina, perante o amuo de meia equipa que queria ficar com o almejado troféu.
Seguiu-se a confraternização entre as diversas delegações e, no momento em que escrevo esta crónica, ainda se mantinham nos preliminares.

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