chupamos pistons

sábado, dezembro 02, 2006

Corrupção no futebol português

No seio do desporto-rei português desponta o caos.
Graças à colaboração de de diversas personalidades ligadas ao futebol e a um “agente” infiltrado, pudemos constatar como se desenrola a compra de resultados, nomeações,classificações de árbitros, formas de pagamento e outros pormenores sórdidos que pontuam a realidade no nosso futebol.


Esta investigação contou com a colaboração de uma ex-árbitro, chamada Patrícia Ilda Lopes Andrade, um ex-jogador, de nome Tiago Inácio Pires Osório, um ex-delegado da Liga, Mário Óscar Fernandes Oliveira, uma Ourives, Fátima Úrsula Fernandes Almeida e o agente da Judiciária, Paulo Eduardo Lima Ortega a quem chamaremos P.I.L.A., T.I.P.O.,M.O.F.O., F.U.F.A . e P.E.L.O., para proteger as respectivas identidades.
Foi um processo complicado, pois os canais previamente estipulados para o conluio não são de fácil acesso.
Assim, para tentar falsear o resultado de um jogo envolvendo uma equipa da 1ª Liga suspeita deste tipo de actuação, o T.I.P.O. foi o 1º a entrar em acção e, beneficiando da sua passagem enquanto jogador pelo clube em causa, apresentou a F.U.F.A. a um dirigente desportivo do clube.
A F.U.F.A. foi convidada a um jantar onde estavam presentes, entre outros, dirigentes do clube alvo e respectivas mulheres. A amizade da F.U.F.A com as mulheres dos dirigentes mostrou-se, mais tarde, de uma extrema utilidade.
Através de promessas de cargos políticos e de entradas para o Circo, a F.U.F.A. foi “convencida” a disponibilizar um corta-unhas em prata dourada para o árbitro e piercings para os mamilos para os auxiliares (quem corre daquela maneira , a agitar uma bandeirinha, sentindo o bafo quente dos espectadores no pescoço e pululando na linha lateral como se fosse a barra fixa de uma prova de ginástica só poderia usar piercings, realmente), após contacto da P.I.L.A. com estes.
Foi também através da P.I.L.A. que o M.O.F.O. apareceu. Por se encontrar melhor situada, P.I.L.A. tocou no ponto que os dirigentes do clube alvo tanto gostam. Estes passariam a ter um elo de ligação na Liga através do M.O.F.O..
Quando o P.E.L.O. apareceu, já havia contactos avançados entre dirigentes do clube, equipa de arbitragem , com a conivência da Liga.
Estava para acontecer o que prevíramos, quando tudo esteve para de desmoronar. O P.E.L.O. ficara encravado. O caótico trânsito de Canal Caveira em vésperas de jogos quase deitara tudo a perder, pois era essencial a presença do P.E.L.O. para , como se diz em terminologia criminal, apanhá-los “com a mão no bujão”.
Por esta altura, um alto dirigente da Liga tentava combinar o local onde seria entregue a mercadoria, mas, por engano, em vez de ligar para a F.U.F.A. ligou para a FIFA., onde já estava o M.O.F.O..
Por entre muitos outros detalhes negociais e que não poderão ser relatados para não prejudicar futuras investigações, chegamos ao dia e hora do jogo.
À última hora, para dar mais credibilidade e gerar nervosismo, principalmente nos auxiliares, a P.I.L.A. recusa-se a participar. Com a P.I.L.A. de fora é o T.I.P.O. quem vai à cabina dos árbitros.
Entretanto, outra contrariedade com o P.E.L.O.! Tinha sido detido por contrabando de burriés!! Graças aos nossos contactos priveligiados a ordem foi peremptória:
-Soltem o P.E.L.O.
O jogo decorreu com a normalidade que nós pretendíamos e os auxiliares, inclusivamente, esvoaçaram kilometros com os piercings oferecidos.
As provas foram recolhidas e agora esperamos , esperamos, esperamos…..pelo desenrolar do processo.
Entretanto a F.U.F.A. (grande F.U.F.A., foi realmente uma actuação convincente) continua a encontrar-se regularmente com as mulheres dos dirigentes, fruto de uma amizade solidificada; T.I.P.O. apaixonou-se por P.I.L.A., nasceu uma relação muito bonita e agora anda sempre com ela pela mão; O M.O.F.O. instalou-se de vez na Liga portuguesa de Futebol e o P.E.L.O……bem, o P.E.L.O. continua com os burriés agarrados!!!!!!

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